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MARKETING E/OU PROPAGANDA

O processo de mútua interpenetração e de mútua dissociação entre produção e consumo acaba desvelando o objeto daquilo que se convencionou designar, para fins oficiais, de marketing e/ou propaganda; tal objeto só se completa no ato do consumo, na recepção e na performance. Por isso, se a estetização do consumo altera, em relação pleonástica, o próprio consumo, altera também o próprio marketing e/ou propaganda, que precisa alterar suas certezas.

 

A relativa autonomia das relações de consumo exige uma analicitidade que não se resolve em soluções cujas formas se exaurem em suas extrinsecidades.Assim, em um contexto histórico e convencional a lógica do e/ou manifesta-se como uma nova forma de pensamento pluralista de alternativas (e consideração de variados pontos de vista), revelando-se como erupção – e não disrupção, das virtudes possibilistas de uma verdade que se reconhece como “verdade fiduciária”.

 

A lógica e/ou consolida-se com base no metavalor da preservação e construção do pluralismo axiológico, em permanente tentâmen de convivência de princípios e coexistência de possibilidades, para além da transcendência etérea ou da imanência de mera concreção do existente.

 

A instauração de uma nova relação emocional (Ou racional?) entre os indivíduos e as mercadorias e/ou marcas passa exatamente pela visualização e identificação do e/ou não como signo (e/ou significado) palíndromo, e sim como foco irradiador de sentidos criativos – unidade dúctil de multiplicidade e veículo sintático, portador de virtualidades semânticas e pragmáticas -, porque pensar marketing e/ou propaganda de forma criativa é pensar a diferença.

 

Pensar a diferença, tanto na repetição e/ou  o novo, não é diferente, é parte do dia a dia de qualquer pessoa e/ou entidade. Por isso o e/ou e sua importância para a identificação do novo, principalmente para tornar o novo factível, não ficando adstrito em função de sua imensidão; tornando  fundamental para o marketing e/ou propaganda pensar a diferença. A repetição e o novo evitam maior desencanto na relação indivíduo versus consumo, perante o contexto de fragmentação ou descentramento do sujeito, sem gps na era do pós hedonismo fraturado.

 

A repetição traz a experiência e os cases bem sucedidos consolidam a expertise. Vinte anos de campanhas bem sucedidas para os mais diversos segmentos, como varejo, industria, agro negócio, educação, financeiro, mais o acréscimo constante do novo desenham o perfil de uma agência como a Zebra Pop. Pop por que fala uma língua que encanta públicos alvo e Zebra por que acredita que repetir o que dá certo - mais a soma do novo, com a percepção da diferença, demonstra cabalmente a importância do e/ou.

 

A Zebra Pop propõe uma nova forma de capacitação e atualização profissional: a Gestão Compartilhada de Marketing, pois multifuncional, agiliza o gerenciamento de crises e/ou situações de oportunidades. O jornalista Nelson Rodrigues escreveu que “as grandes convivências estão a um passo do tédio”; sem saber já diagnosticava o problema fundamental da relação comercial entre agências e anunciantes: a falta de ousadia e de experimentação, ou seja, cumprir com a necessidade básica de conhecer novas ideias, pouco importando a fonte e/ou origem das mesmas.

 

 

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Marcas consolidam-se de forma independente dos produtos, que são intercambiáveis com conceitos e estilos de vida, que se repetem ao longo da história.

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Confira nosso portfólio

A Zebra nasceu, aqui replicando Raul Seixas, há 10.000 anos. Por quê? Porque todo conteúdo criativo de marketing e/ou propaganda, bem sucedido ou não, tem origem no conhecimento que os outros nos legaram, meu caro Watson. Música, teatro, cinema, revista Caras, as fases da Lua, a TPM, a vida das formigas e tudo que se possa imaginar. Portanto, nosso portifa, que não pretende ser nenhum manual de instruções de como se faz boa comunicação, ora resumido, mostra algumas facetas bem sucedidas da Zebra. Pop. Top.

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